Segundo as recomendações estruturadas pela CEMT/IRU os serviços de táxis regulares podem dispor de dois modelos identificados que são:
· Táxi do Tipo Um – Táxi acessível a cadeira de rodas, como veiculo capaz de transportar a maioria das pessoas que se deslocam em cadeira de rodas sem necessidade de saírem da sua cadeira.
· Táxi do Tipo Dois – Táxi standard mas que beneficia de algumas aplicações para se tornar de fácil acesso a todas as pessoas, incluindo as pessoas idosas e as com deficiência/incapacidade; não poderá transportar utilizadores de cadeiras de rodas que não se transfiram para o assento do táxi.
O ideal e tendo em conta a realidade demográfica que a frota portuguesa tem, esta deveria tender naturalmente para uma generalização do Táxi Tipo Dois logo a sua renovação sistemática aquando dos processos de substituição dos veículos seria aconselhável. Esta solução é uma proposta que melhoraria em todos os aspectos a acessibilidade dos táxis, sem prejudicar retomas e sem acarretar custos excessivos já que as aplicações / adaptações são simples, podendo ser mais dispendiosas as que incidam na articulação / movimentação do banco traseiro ou dianteiro por forma a permitirem a sua manobra em altura e lateralmente.
Estas modificações só beneficiam o público-alvo dos táxis acessíveis que são pessoas com mobilidade reduzida, quer sejam portadoras de qualquer tipo de deficiência (motora, visual, cognitiva) ou até mesmo idosos.
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